terça-feira, 19 de maio de 2009

Videojogos incitando a crimes hediondos circulam impunes em São Paulo

Vende-se em bancas de camelôs nas ruas de São Paulo, DVDs piratas com o videojogo Rapelay.

Ele incita com simulações a praticar estupros, pedofilia e aborto, entre outros crimes.

Os jogadores, jovens ou adolescentes em geral, são estimulados a molestar mulheres no metrô, estuprá-las num trem ou na praça da cidade, obrigá-las a abortar, e outras perversidades que horrorizam o senso da humanidade e a moral católica.

Esse e outros jogos igualmente corruptores podem facilmente ser baixados pela Internet. O Rapelay foi ideado pela empresa japonesa Ilusion mas foi banido na maioria dos países.

Pasma a paralisia das autoridades judiciárias e do MPF devidamente informadas desta iniciação da juventude em crimes hediondos.

O procurador da República Sérgio Suiama alega que é difícil abrir uma investigação criminal porque a legislação brasileira não tipifica o abuso sexual simulado de crianças, adolescentes e adultos.

Também aduz que a venda ocorre ilegalmente e que só agiria com certeza se os DVDs fossem vendidos em lojas regulares.

É um argumento análogo ao usado para deixar impune o MST: como esse movimento não existe legalmente, logo seus crimes ficam sem repressão ou pena.

Se se aguarda que o crime seja cometido em ambientes “legais” para reprimi-lo, seria preciso dizer que cessou a luta contra os malfeitores que agem na ilegalidade.

Isto é, o crime mais genúnino ficará livre.


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