quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

No Kosovo, conversões ao catolicismo crescem velozmente



No centro de Pristina, capital de Kosovo, está se erguendo uma nova catedral católica. Não longe está a estatua do grande herói católico Jorge Castrioto, mais conhecido como Skanderbeg, príncipe medieval que renunciou ao Islã e retornou à fé dos seus pais.

Novos templos católicos estão aparecendo nas aldeias do sofrido território kosovar cuja segurança é garantida ainda por tropas da ONU.

A quase totalidade dos habitantes de Kosovo se dizem maometanos. Porém, durante os séculos de opressão islâmica e, depois, comunista, muitos kosovares continuaram admirando clandestinamente aos católicos e até praticando suas devoções.

Agora, com a liberdade estão voltando para a igreja dos seus antepassados. 65.000 já se professam católicos e o número cresce vertiginosamente, segundo “The Economist”.

O Pe. Zefi conta que na noite de Natal 38 pessoas foram batizadas na aldeia de Klina, e os pedidos de conversão se multiplicam em “dezenas de cidadinhas”, segundo a revista inglesa.

A catedral cismática de Pristina está abandonada. O passado de submissão e colaboração com o comunismo é um fator a mais que afasta dessa falsa igreja.

Original em http://luzesdeesperanca.blogspot.com

Um comentário:

Eduardojgasp disse...

Essa notícia me deixou mais esperançoso com o futuro da Santa Igreja Católica, pois hoje ví na internet e no Jornal Nacional, uma notícia que me entristeceu um pouco. A denúncia de maus tratos e abusos sexuais contra mais de duas mil crianças em escolas e orfanatos na Irlanda do Norte, cometidos por padres e freiras. Acho que já passou da hora desses casos serem levados mais a sério pelos dirigentes da Igreja. Não se pode mais acorbertar ou fingir que isso não acontece. A Igreja tem que ter uma posição mais firme sobre isso. Fatos como esse só expõe a Igreja Católica ainda mais negativamente perante a opinião pública e a nossos irmãos separados.
Não vou deixar de ser católico por isso, tenho minha fé bem alicerçada, mas fico preocupado com o futuro da nossa Igreja.