sexta-feira, 9 de outubro de 2009

9 de outubro :: São Luís Beltrán, Confessor, Apóstolo da Colômbia

Numa época em que converter e civilizar os selvagens era ainda uma das prioridades da Igreja, este santo passou sete anos entre os aborígines da Colômbia

A cidade de Valência, imortalizada por El Cid e por São Vicente Ferrer, viu nascer em seu seio em 1526 outro grande santo, João Luís Beltrán, parente remoto do segundo.

Primogênito dos nove filhos do notário de mesmo nome, o menino recebeu desde cedo a esmerada educação cristã de toda aquela prole, que levou-a a distinguir-se no caminho da virtude.

Sua devoção à Rainha do Céu era profunda. Já aos oito anos de idade começou a rezar seu Ofício, o que faria por toda a vida.

Dizem seus biógrafos que Luís era tão respeitoso e obediente a seus pais, modesto na escola e religioso na igreja, que muitos já previam nele um grande santo.

Apesar de sua extrema piedade, Luís só pôde fazer a primeira comunhão aos 15 anos, devido ao costume da época, recebendo então licença de seu confessor para comungar três vezes por semana, o que era então raro.

Mas só isso não contentava o adolescente. Julgando que não lhe era possível servir mais perfeitamente a Deus rodeado do carinho dos seus, fugiu de casa para ir a algum lugar onde não fosse conhecido nem benquisto.

Mas o pai foi ao seu encalço, trazendo-o de volta para o lar. Sabendo, porém, que o filho queria consagrar-se a Deus, propôs-lhe começar a usar já o hábito clerical, como futuro sacerdote diocesano.

Não era este o desejo de Luís. Já fazia algum tempo que desejava entrar na Ordem Dominicana, então florescente.

Por isso, certo dia, sem dizer nada ao pai, foi ao convento dessa ordem em Valência, pedindo admissão. Mas o pai adiantou-se, pintando ao prior do convento com tintas tão pretas as enfermidades e achaques do rapaz, que lhe tornava impossível a vida no claustro.

O prior prometeu que, enquanto fosse superior, não daria o hábito ao filho.

Quando ele foi substituído, e depois de muito insistir, Luís conseguiu ser admitido na Ordem em agosto de 1544.

No princípio de seu noviciado, pensou em deixar os estudos para entregar-se mais à oração e à contemplação.

Mas reconheceu nisso uma tentação do demônio, para evitar que ele tomasse a via para a qual Deus o chamava, e na qual poderia ser depois mais útil às almas.

Por Plinio Maria Solimeo. Texto integral em Catolicismo

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2 comentários:

Anônimo disse...

olha gostei muito bom participar da oração do sagrado coração de jesus. e tambem pesso as orações em tensão da minha familía pricipalmente da minha esposa ki estar gravida maria alice e minha filha lourenny desde de já agradeço ki deus abençoe todos nos amem.

Maria Alice Mendes disse...

Não consegui acessar o depoimento da atriz Thaís Araújo. Gostaria muito de ler a respeito de como ela conseguiu a graça junto à poderosa Santa Terezinha.