sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Valores inegociáveis: respeito à vida, à família e à religião

O Prefeito da Signatura Apostólica ‒ Supremo Tribunal da Santa Sé ‒, arcebispo Raymond Leo Burke, em entrevista à revista italiana Radici Cristiane (Raízes Cristãs), esclareceu que os católicos abortistas não podem receber a Santa Comunhão.

A interdição vale para os simples leigos como para os políticos que promovem a massacre dos inocentes.

Igualmente, os ministros da comunhão ‒ sacerdotes ou leigos autoriza-dos ‒ têm obrigação de negar o Santíssimo Sacramento a esses abortistas até que “tenham reformado a própria vida”. I. é, tenham abandonado a profissão e defesa desse crime abominável.

O arcebispo sublinhou que “receber indignamente o Corpo e a Sangue de Cristo é um sacrilégio, quando acontece deliberadamente em pecado mortal”.

“Se temos um pecado mortal na consciência, primeiro devemos nos confessar desse pecado, receber a absolvição, e só então nos aproximarmos do Sacramento Eucarístico”, explicou.

Como exemplo de sacrilégio ele pôs o caso de qualquer “funcionário público que com conhecimento e consentimento sustenta ações que vão contra a lei moral Divina e Eterna.

Por exemplo, se apóia publicamente o aborto procurado, que implica na supressão de vidas humanas inocentes e indefensas.

Uma pessoa que comete pecado dessa maneira deve ser admoestada publicamente de modo que não receba a Comunhão até que tenha reformado a própria vida”.

Se uma pessoa que foi admoestada persiste num pecado mortal público e se aproxima para receber a Comunhão, o ministro da Eucaristia tem a obrigação de lha negar. Por quê? Sobre tudo pela salvação da própria pessoa, impedindo que realize um sacrilégio”, acrescentou.

O prelado vaticano explicou que negar a Comunhão nesses casos afasta o escândalo. Mons. Burke deixou claro que quando a Igreja impede um abortista de comungar “é simplesmente ridículo e errado tentar de silenciar o pastor acusando-o de interferir na política”.

Pois, completou, é “simplesmente errôneo” achar que a Fé deve se reduzir ao âmbito privado esquecendo o âmbito público. Nós devemos “dar testemunho da nossa fé não só na privacidade de nossos lares, mas também na nossa vida pública, no relacionamento com os demais, para dar um forte testemunho de Cristo”.

(Extraído do blog Valores Inegociáveis)


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3 comentários:

Cláudia disse...

Concordo plenamente.Quem apóia o aborto,ou tenta transformá-lo em não crime,não pode receber a Eucaristia.Seria um grave pecado!!O mundo em que vivemos hoje tenta minimizar o pecado ou fazer de conta que ele não existe.Os meios de comunicação (os não-católicos)incitam os povo a pensar que a Igreja deveria se "modernizar",que está vivendo no passado...A mensagem de Cristo há 2.000 anos é a mesma,a Bíblia não foi reescrita!!!Aborto é matar,e matar é pecado.E tantas outras abominações que vemos por aí.Deus nos ajude a não ficarmos omissos e fazermos a diferença (sermos "sal na terra e luz no mundo",conforme palavras de Jesus).

Poincarè disse...

O mesmo deveria ser feito no Brasil, a Igreja deve deixar clara a sua posição contra esses des-graçados que fazem apologia ao aborto.

Anônimo disse...

Concordo plenamente com o que foi dito;mas gostaria que a igreja se posicionasse mais firmamente quanto aos politicos que tiveram essa posição e hoje pedem votos aos que são anti-aborto.São inúmeros os políticos que hoje entram comungam e pedem votos oas fiéis que ali se encontram!Senhores Bispos não permitam tais posturas perante vossos fiéis;pelo amor de Deus!!!