domingo, 2 de novembro de 2008

O retorno da comunhão de joelhos e na boca progride na Igreja. A comunhão na mão erode a Fé, dizem prelados

A distribuição da Santa Comunhão de joelhos e na língua será norma nas liturgias pontifícias, informou Mons. Guido Marini, mestre de cerimônias do Vaticano.

A comunhão de joelhos põe em relevo “a verdade da presença [de Nosso Senhor Jesus Cristo] na Eucaristía e ajuda a devoção dos fiéis” declarou ele ao “L'Osservatore Romano”.

Por sua vez, Mons. Malcolm Ranjith, secretário da Congregação para o Culto Divino, disse ao diário “La Repubblica” que a recepção da hóstia na mão leva o fiel a achar que é pão normal.

A esses argumentos teológico-litúrgicos acresce a penetração na Igreja da metafísica igualitária que polui a sociedade. Ela foi denunciada muitas vezes, por exemplo a respeito dos “grupos proféticos” que espalharam a subversão na Igreja, ou da Teologia da Libertação também de fundo marxista.

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