segunda-feira, 1 de setembro de 2008

A basílica de Nossa Senhora do Espinho e a restauração do espírito medieval

Nossa Senhora do Espinho é uma catedral de bom tamanho, meio perdida na pradaria da Champagne, perto de Reims.

É uma zona até pobre. Se não desse o vinho Champagne era uma zona que valia até muito pouco.

Mas é uma construção ideal, um sonho. Há peregrinações locais àquela igreja, mais freqüentes ou menos, mais concorridas ou menos.

Vendo as fotos a gente se sente meio arrebatado para uma clave que só as coisas da Idade Média têm, e mais nada tem.

É uma graça que a gente não sabe o que dizer. Mas que a Idade Média tinha.

(Veja outras matérias e fotos das mais belas Catedrais ao redor do mundo)

Quem não recebe essa graça, não acha interesse na catedral de Nossa Senhora do Espinho. Então, o medieval lhe parece pesado e indigesto.

Esta atitude tacanha começou quando a luz da Idade Média se apagou pela influencia da Revolução. Os homens que povoavam aquelas catedrais e moravam naqueles claustros, não quiseram mais saber.

Houve uma ordem de cavalaria da Espanha em que os próprios religiosos destruíram seu próprio convento gótico.

Não porque houvesse algum perigo de eles serem obrigados a voltar para lá, mas pelo gosto de destruir, pelo ódio do espírito daquele convento. É uma coisa especial.

O triunfo do Imaculado Coração de Maria vai trazer um enorme re-acendimento daquela luz medieval.

No Reino de Nossa Senhora prometido em Fátima essa graça será restituída aos homens.

Plinio Correa de Oliveira, 24/1/87. Sem revisão do autor

(Extraído do blog Catedrais Medievais)

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