quinta-feira, 5 de junho de 2008

Governo tenta acalmar dramas por filho único perdido

O governo chinês prometeu medidas para "atenuar" o drama das mães que perderam seu filho único no terremoto.

O "filho único" é uma das imposições inumanas do programa de controle da natalidade aplicado pela ditadura marxista.

Para se ter uma idéia de como funciona na prática esse plano oficial seguem alguns dados reproduzidos da campanha brasileira Direito de Nacer:

Os agentes fazem “arrastões” de grávidas invadindo as casas. À senhora Zhou fizeram uma aplicação “para trabalhar melhor” na altura da cabeça do bebê que logo nasceu morto.

He Caigan foi forçada a abortar porque não tinha 18 anos. Após a aplicação ela sentiu os estertores do bebê no seu próprio ventre até morrer.

Jovem traumatizada após praticarem nela o 2º aborto, Qingdao

As grávidas temem pisar o hospital por alguma outra razão pois está infestado de agentes do controle da natalidade.

As convicções religiosas das mães são atropeladas em nome da política oficial do “filho único”.

A polícia ameaçou um sacerdote católico da perseguida Igreja clandestina para que não falasse à imprensa, mas ele contou o caso de paroquianas seqüestradas e obrigadas a abortarem.

A China é sinistro “modelo” do que pode vir a acontecer no Brasil se a atual ofensiva pelo aborto atingir seus objetivos mais extremados.

(Extraído do blog Pesadelo Chinês)

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