quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Quaresma: a coragem da fidelidade


Será bem exato que, para conservar a Fé, evitamos tudo que a pode pôr em risco? Evitamos as leituras que a podem ofender?

Evitamos as companhias nas quais ela está exposta a risco?

Procuramos os ambientes nos quais a Fé floresce e cria raízes?

Ou, em troca de prazeres mundanos e passageiros, vivemos em ambientes em que a Fé se estiola e ameaça cair em ruínas?

Todo homem, pelo próprio fato do instinto de sociabilidade, tende a aceitar as opiniões dos outros. Em geral, hoje em dia, as opiniões dominantes são anticristãs.

Pensa-se contrariamente à Igreja em matéria de Filosofia, de Sociologia, de História, de Ciências, de arte, de tudo enfim. Os nossos amigos seguem a corrente.

Temos nós a coragem de divergir? Resguardamos nosso espírito de qualquer infiltração de idéias erradas? Pensamos com a Igreja em tudo e por tudo?

Ou contentamo-nos negligentemente em ir vivendo, aceitando tudo quanto o espírito do século nos inculca, e simplesmente porque ele no-lo inculca?


É possível que não tenhamos enxotado Nosso Senhor de nossa alma. Mas como tratamos este Divino Hóspede?

É Ele o objeto de todas as atenções, o centro de nossa vida intelectual, moral e afetiva? É Ele o Rei? Ou, simplesmente, há para Ele um pequeno espaço onde se O tolera, como hóspede secundário, desinteressante, algum tanto importuno?

Quando o Divino Mestre gemeu, chorou, suou sangue durante a Paixão, não O atormentavam apenas as dores físicas, nem sequer os sofrimentos ocasionados pelo ódio dos que no momento O perseguiam. Atormentava-O ainda tudo quanto contra Ele e a Igreja faríamos nos séculos vindouros.

Ele chorou pelo ódio de todos os maus, de todos os Arios, Nestórios, Luteros, mas chorou também porque via diante de si o cortejo interminável das almas tíbias, das almas indiferentes que, sem O perseguir, não O amavam como deviam.

É a falange incontável dos que passaram a vida sem ódio e sem amor. Segundo Dante, estes ficavam de fora do inferno, porque nem no inferno havia para eles lugar adequado.

Estamos nós neste cortejo? Eis a grande pergunta a que, com a graça de Deus, devemos dar resposta nos dias de recolhimento, de piedade e de expiação que a nossa Semana Santa deve ser.

(Texto extraído de Catolicismo)
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Leia outras matérias para meditar durante a Quaresma.

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3 comentários:

Anônimo disse...

São Cristovão, interceda junto a Deus Pai para que eu perca o medo de dirigir. Sei tudo o que é para fazer, porém quando pego o carro fico muito tensa, nervosa, com medo de errar, de atrapalhar no trânsito, me confundo com as marchas, meu carro morre... e preciso do carro para trabalhar..
tenho muita fé ..Amém

Mara

cristina disse...

São cristovão interceda por min para eu consegui ser aprovada no exame prático do detran,já fui reprovada 3 vezes,meu prazo venceu e tive que começar tudo de novo,tbm sou muito nervosa e tenho muito medo,me ajuda interceda por min.Amém

giziane disse...

são cristovão me ilumine para que eu possa tirar minha habilitação no dia 22 de fevereiro ja estou muito ansiosa me de serenidade para que possa ficar calma e fazer tudo certo AMEM!!!!