sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Quaresma: Auge do tormento e consolação divina

Auge do tormento: abandono dos Apóstolos

Duas vezes o Divino Mestre foi pedir socorro a seus Apóstolos. E nas duas vezes, eles acordaram, olharam... O Messias dirigiu-lhes palavras tocantes, e não se importaram. E Nosso Senhor sentiu-se abandonado até por seus íntimos.

Era uma dor medonha! Os mais próximos que Ele ia remir, ia salvar, aqueles!... O Chefe da Igreja, São Pedro, estava ali deitado, não o atendeu! São Pedro, a quem Ele disse: "Pedro, tu és pedra, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja"! Como é isso? E São João, o discípulo bem-amado, que durante a última Ceia tinha repousado a cabeça sobre seu peito...

O padecimento então atingiu seu ápice. Começou Ele a sentir, com o abandono dos Apóstolos, algo do tormento da agonia.



Consolação divina

Apareceu nesse momento um Anjo do Céu e deu-Lhe de beber um cálice, que Lhe trouxe consolação. O que quer dizer consolação? Significa força. É o sentido da palavra. Ficou, pois, consolado e pronto para a luta.

E foi o que sucedeu. Desde o momento em que se aproximaram os algozes para prendê-Lo, até o "consumatum est", jamais teve um desfalecimento!

(texto extraído de Catolicismo)
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