domingo, 3 de fevereiro de 2008

O que os católicos pensam sobre os promotores da imoralidade na TV

Há alguns dias atrás publicamos neste Boletim uma consulta aos nossos amigos e leitores sobre os patrocinadores de programas imorais como Big Brother Brasil.

A pergunta era:

Será que estariam dispostos a gastar 1% desse dinheiro - investido na destruição moral de nossas famílias - numa divulgação da devoção ao Sagrado Coração?

Mais de 770 pessoas votaram (neste momento já deve ter mais, veja aqui).

Para 27% dos votantes, essas empresas visam apenas o lucro, e o retorno publicitário. Não se importando se suas verbas serão destinadas para a destruição dos valores familiares cristãos em milhões de lares. Ou seja, total desatenção e desrespeito a seus consumidores, aos quais eles deveriam consultar regularmente, através de pesquisas (coisa que eles estão super acostumados a fazer).

63% entretanto acha que isso é feito de forma dolosa, pois os patrocinadores e agências de publicidade têm opção preferencial pela imoralidade. Portanto, eles jamais investiriam dinheiro para divulgar alguma coisa que fosse boa para a melhoria moral e espiritual de seus consumidores. Ao contrário.

Apenas 9% fizeram questão de afirmar sua crença nas boas intenções desses mega-investidores da imoralidade, os quais, com certeza, não acreditam em Papai Noel.

Provavelmente esse também é o caso dos promotores do Carnaval, que proporcionam ao País overdoses de imoralidade nesses dias que estamos vivendo.

Para ver os resultados atualizados dessa Enquete, clique aqui.

Se você ainda não votou e quer participar, clique aqui.
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2 comentários:

Anônimo disse...

muito pertinente esta enquete, é preciso dar oportunidade ao povo brasileiro de expressar suas ideias a respeito do que vem acontecendo na televisao brasileira, particurlamente eu vejo este programa BBB como um verdadeiro meio de desvalorização da pessoa humana.

Anônimo disse...

às vezes ligo a tv e me deparo com o programa BBB e fico a pensar se as pessoas que organizam o progama, aqueles que o patrocinam, os que participam não pensam que a vida seria melhor, se ao invés de de usarem a cabeça para cuidar dos cabelos, para separar as orelhas, para o uso do chapéu, a destinassem à sua função mais nobre que é pensar. Não posso imaginar alguém se expondo de tal maneira, sem pensar nas consequencias de seus atos. Discute-se a valorização da pessoa humana, e não posso ver outra coisa no programa além da transformação das pessoas em verdadeiras mercadorias, é um absurdo, que a todos deveria ser dado a pensar. Não consigo aproveitar nada do que vejo, salvo as avaliações criticas que simplifico nesse momento. Conclusão : é a maior perda de tempo, dinheiro e espaço da mídia. Anônimo