domingo, 29 de novembro de 2009

Você já conhece a revista Catolicismo?

Quem lê a Revista Catolicismo, se surpreende. Quer uma prova? Leia atentamente o comentário deixado por um professor do Rio de Janeiro:

"Não posso deixar de elogiar a qualidade das matérias e da apresentação de Catolicismo. A revista vai fundo nos assuntos que aborda, mostrando total independência de ideias e absoluta clareza nas análises que faz da realidade nacional e mundial.

Orgulho-me de ter uma publicação desse nível no Brasil. Agrada-me também a bela forma como é utilizada a língua portuguesa, sempre impecável, com correção e elegância. Sem dúvida, Catolicismo é uma revista completa.

Quem a lê está sempre bem informado e, melhor, informado com a verdade. Sorte de quem tem acesso a esta publicação. Sem medo de errar, podemos afirmar que Catolicismo é a jóia mais preciosa da imprensa nacional".
Professor R.P - Rio de janeiro

E você? Gostaria de receber em sua casa, sem qualquer custo adicional, esta rica revista em ensinamentos e doutrinas Católicas?

Todos os membros do Grupo Famílias do Sagrado Coração já recebem gratuitamente em suas casas, o exemplar mensal da Revista Catolicismo.

Seja você também um parceiro da Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus e ajude-nos todos os meses a manter nossas atividades de Apostolado para que cada vez mais o Sagrado Coração possa entrar nos lares das famílias de todo o Brasil.

Ligue para (11)5083-3003, se torne um membro do Grupo Famílias do Sagrado Coração e surpreenda-se também com esta publicação que defende os valores da Civilização Cristã no Brasil e fortalece a devoção ao Sagrado Coração de Jesus.

29 de novembro :: São Francisco Antonio Fasani, Confessor

+ Itália, 1742.

Franciscano no convento dos Frades Menores Conventuais de Lucera, doutorou-se em Teologia, tornando-se exímio pregador, diretor de almas, conselheiro, defensor dos pobres e humildes.

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Saiba como viver em companhia do Sagrado Coração de Jesus.

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sábado, 28 de novembro de 2009

A Oração

Considerações sobre a Oração
Pe. Maurício Meschler, S.J., A vida espiritual, Editora Vozes Limitada, Petrópolis, 1960, pp. 11 e ss.

A oração é, para o homem, a origem de todo bem.

Daí se infere que saber orar, dar à oração o devido apreço, entregar-nos à sua prática com zelo e fervor é, para o tempo como para a eternidade, um tesouro de valor inestimável.

Orar é tudo o que há de mais simples, e a primeira razão disso é a própria necessidade que temos da oração.

Para orar, não é mister talento excepcional, eloqüência, dinheiro nem recomendação de espécie alguma. Até a devoção sensível não é necessária; a doçura, a consolação, são coisas acessórias e não dependem de nós.

Se Deus no-las der, devemos recebê-las com reconhecimento, porquanto tornam a oração mais agradável. Orar, não obstante a aridez, é sempre orar. Consolados ou não, cumpre fazê-lo.

Para isso, basta o conhecimento de Deus e de nós mesmos, saber o que Ele é e o que somos nós, como infinita é sua bondade e quão profunda a nossa miséria.

Para orar, uma única coisa é necessária: a fé, instruída pelo catecismo.

As palavras serão ditadas pelas nossas próprias necessidades. Poucas idéias (quanto menos numerosas, melhor será), alguns desejos, e finalmente umas palavras saídas do coração — porque, se assim não for, não há oração propriamente dita —, eis tudo o que é preciso.

Haverá, por acaso, um homem que não tenha um só pensamento, um único desejo? Pois bem, é apenas disso que precisamos para empreender o nobre trabalho da oração. A graça, Deus no-la dá, de bom grado, a todos e a cada um em particular.

Por conseguinte, orar é simplesmente falar com Deus. É conversar com Ele mediante a adoração, o louvor, a súplica. [...]

Durante a oração, o nosso proceder deve ser idêntico ao que temos relativamente a um amigo íntimo e querido.

A ele confiamos com sinceridade o que nos vai na alma: dissabores ou alegrias, esperanças e receios.

Dele recebemos conselhos e avisos, auxílio e conforto. Com ele decidimos os mais importantes negócios, singelamente e quase sempre sem que a sensibilidade se manifeste de forma alguma.

E isto não obsta a que tudo seja tratado séria e lealmente. É assim que, na oração, devemos ser para com Deus. Quanto maior for a nossa simplicidade, tanto melhor será: demos largas ao coração.

Se muitas vezes a oração nos parece penosa e difícil, é culpa nossa. É porque não sabemos como nos portar, e fazemos dela uma idéia errônea.

Manifestemos a Deus os sentimentos de nossa alma; digamos as coisas tais como se apresentam, e a oração será sempre proveitosa.

Todo caminho leva a Roma, diz o adágio, e toda idéia abre o seu caminho para chegar a Deus.

Só saberemos orar quando o fizermos simplesmente.

Que nos adianta dirigir ao Senhor discursos sublimes ou torneados?

Se acontecer que nenhuma idéia nos venha à mente, tenhamos a simplicidade de expor essa mesma nossa indigência. É isto ainda orar, glorificar a Deus e expressamente advogar a nossa causa.

(Conteúdo do blog Cultura Católica)